segunda-feira, 13 de julho de 2009

Outras produções

Geni e o Zepelim

Em uma sociedade de costumes requintados surge uma mulher que faz e acontece. Geni, a alegria de uns e o algoz de outros. Muitos passaram pelos braços de Geni: era nego torto, cegos, moleques, detentos, velhinhos a beira da morte e até viúvas. Para ela o local não importava, onde desse pra encaixar Geni estava lá. Diante de tais comportamentos era odiada pela parte que não se beneficiava de seus serviços. Era gente querendo jogar pedra, cuspir, coitada da Geni.
Um belo dia eis que o feitiço vira contra os feiticeiros, a cidadezinha é invadida por um zepelim com um arsenal já mais visto nem mesmo em filmes de guerra. Todos moradores borram-se ao ver descer do zepelim o comandante, uma figura assustadora de tamanho incalculável. O pânico tomou conta da cidadezinha tendo como certeza virarem geleia. Porém um pronunciamento trouxe à esperança no rosto de todos. O comandante diz ter uma mudança de planos. Logo, os moradores abriram um sorriso, mas nunca imaginavam o motivo pelo qual havia feito o comandante mudar seus planos. Em alto e bom som disse repugnar as atitudes daqueles moradores, mas estava disposto a refutar a sua decisão se aquela morena o fizesse gemer á noite toda. Em alto e bom som tom todos começaram a gritar: vai com ele Geni; Bendita Geni. Era prefeito, bispo, pastores, suplicando para que ele se entregasse a ele. Ela pensou em não ceder, entretanto diante de tantos apelos, lambuzou-se com o forasteiro, o fez subir pelas as paredes até que o mesmo partisse.
A cidadezinha foi salva e graças a Geni. Mas após a partida do comandante , era bosta, cuspe, pedra, tudo na cara da coitada. Maldita Geni! Se tu não tivesse dado eles não estariam aqui.
Grupo: WILLIAM, MICHELINE, ERIVÃNIA E ALBÉRIO
Geni e o zepelim
Era uma vez uma mulher que namoradeira que não negava uma noite de prazer, nem aos negros do cais do porto. Seu corpo era propriedade de todos, cegos, retirantes, errante. Era assim desde menina, dava em qualquer esquina, o que ela menos se importava era com o ambiente fosse em uma garagem, numa cantina ou no mato...
Com tamanha fama, Geni era descriminada por aquelas pessoas que não concordavam com sua forma de vida. Sendo assim, repetiam sempre:
_ Joga pedra na Geni, ela é feita pra apanhar, ela é boa pra cuspir, ela dá pra qualquer um maldita Geni.
E pensaram e disseram sempre o mesmo sobre, até que um, eis que surge um Zepelim que abriu dois mil orifícios e deixou a cidade apavorada, pronta para ser destruída, mas dele desceu o comandante dizendo:
_Mudei de idéia. Resolvi explodir esta cidade ao ver tanto horror, mas posso evitar tudo isso, se aquela formosa dama esta noite me servir.
Neste momento as pessoas mudaram o discurso quanto a Geni,dizendo:
_ Vai com ele, vai Geni.Você pode nos salvar, você vai nos redimir...Bendita Geni.
Tanto que imploraram que Geni dominou o asco, entregando-se naquela noite àquele homem repugnante,que a fez de objeto até ficar saciado.
Antes de amanhecer o homem foi embora com seu Zepelim prateado. Ela aliviada por um instante tentou até sorrir, mas foi ao raiar do dia que a cidade tornou a repetir:
_Joga pedra na Geni...Maldita Geni.
Grupo:MARIA CÉLIA, KÁTIA JUMÁRIA,ERIVALDO,CRISTIANA e CÁSSIA



Geni e o Zepelim
Como uma Madalena condenada, Geni era “amada” pelos homens e odiada pelas mulheres. Com seu andar provocante quadris largos e coxas torneadas esbanjavam formosura, num corpo esculpido pela natureza, despertava os mais indecentes desejos.
Assim era Geni, amais bela mulher de vida fácil já encontrada naquela pacata cidade -um tribunal da inquisição,prestes a executá-la por ser tão popular e à frente do seu tempo.Todos a odiavam e a invejavam.Ela era de todos, mas não pertencia a ninguém.
Um dia, vindo de um Zepelim prateado, incumbido de arrasar aquela maldita cidade surge um comandante que se rende aos dotes de Geni.Uma paixão avassaladora que mudaria o destino da cidade,causando também uma mudança brusca no comportamento da população.
Geni,antes desprezada,agora torna-se a heroína de que o povo precisava.A única capaz de salvar a população de um desastre tão iminente.E Geni, foi sim, a salvadora,apesar do asco que sentia.
Apesar de ter salvado a cidade, não foi Geni, capaz de redimir às pessoas.Voltou a ser uma Geni qualquer.

Grupo:MARIA ANUNCIADA, MARIA CARMELINDA e NIELSON

Ave, Geni!
Uma maldita Geni, muito namoradeira, era famosa na cidade pelas aptidões sexuais. Relacionando-se com homens de todos os tipos, preferencialmente os mais humildes por se parecerem com ela. Os negros do mangue eram seus favoritos, assim como os do cais do porto.
Todos os homens que ali moravam, inclusive retirantes tinham acesso ao corpo de Geni.
Desde menina já era afoita, não havia lugar apropriado para se relacionar com qualquer um, e por isso, ficou famosa e discriminada pela sociedade. A população queria apedrejá-la.
Certo dia surgiu um enorme Zepelim pairando sobre os edifícios, com dois mil canhões apontados para a cidade, pois o comandante achando tanto horror e iniqüidade resolveu destroçá-la.
A cidade inteira parou para assistir a cena, mas o comandante, ao ver Geni,propôs evitar o drama caso àquela dama cedesse aos desejos dele.Essa dama era Geni.
Neste momento a maldita virou bendita, tornando-se a salvadora da cidade.
E assim a população fez romaria para beijar a mão de Geni,prefeito, banqueiro e até o bispo louvaram-na.
Comovida, seguiu Geni para cumprir a sina, entregando-se ao comandante numa noite alucinante, para ele.
Quando amanheceu, depois de saciado, o Zeplim partiu e Geni voltou a ser maldita, toda glória caiu por terra e voltou a ser alvo de pedradas e cusparadas.
Grupo:ELIONEIDE e FERNANDA

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