sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Nossa Produções
Produções a partir do texto “A pesca” de Affonso Romano de Sant’Anna
PROSA DISSERTATIVA
Em um país tropical em que o anil do céu se destaca, Vê-se no silêncio do mar uma prática que vem se tornando cada vez mais comum: a pesca predatória que degrada a fauna marítima causando desequilíbrio ambiental.
A falta de conscientização das pessoas tem contribuído para tal realidade, onde se nota um completo descaso quanto ao uso correto dos equipamentos e até mesmo o respeito e cuidado com os peixes.
A pesca esportiva praticada por amadores revela o despreparo, ignorância, e consequentemente a crueldade a estes animais, que por vezes ao serem devolvidos ao mar acabam morrendo devido aos graves ferimentos.
Um problema gera outro, esses peixes são levados pelas ondas até a areia causando a poluição das praias.
Maria Célia, Cássia,Willian e Nielson
PROSA INJUNTIVA
Como fazer uma boa pescaria
Para ter uma pescaria bem sucedida escolha um dia de céu azul e prepare o seu anzol, não se esqueça da isca!
Deixe suas preocupações de lado: nada de ficar marcando o tempo e, em silêncio, lance o anzol com a agulha na posição vertical, deixando-a mergulhar na água.
Quando o anzol perfurar a garganta do peixe, arranque-o da água e retire-o.
Agora é só tratá-lo e degustá-lo curtindo a areia e o sol.
Erivania Barbosa, Elioneide , Wedna Cristina, Anunciada e Fernanda.
PROSA NARRATIVA
Em um lindo dia ensolarado de céu azul-anil, o pescador resolveu sair de casa, em silêncio, aproveitando o bom tempo que pairava sobre a praia, para fisgar um peixe.
Chegando à beira-mar, encaixou com cuidado a isca na agulha e num lance aquilino certeiro, mergulhou na água o anzol. Após uma longa espera percebeu que a linha agitava ainda mais a espuma que se formava ao redor do equipamento. O tempo de espera não havia sido em vão, pois um grande peixe surgiu quebrando o longo silêncio. O pescador retirou com um arranco da garganta do animal o anzol que o fisgou, ferindo-lhe a boca.
Estabanado de tanta fúria o homem relaxou na areia e aproveitou o lindo dia de sol e céu azul, saboreando a vítima.
Rossana ,Cristiane , Micheline, Carmelinda e Magneide
PROSA DISSERTATIVA
Em um país tropical em que o anil do céu se destaca, Vê-se no silêncio do mar uma prática que vem se tornando cada vez mais comum: a pesca predatória que degrada a fauna marítima causando desequilíbrio ambiental.
A falta de conscientização das pessoas tem contribuído para tal realidade, onde se nota um completo descaso quanto ao uso correto dos equipamentos e até mesmo o respeito e cuidado com os peixes.
A pesca esportiva praticada por amadores revela o despreparo, ignorância, e consequentemente a crueldade a estes animais, que por vezes ao serem devolvidos ao mar acabam morrendo devido aos graves ferimentos.
Um problema gera outro, esses peixes são levados pelas ondas até a areia causando a poluição das praias.
Maria Célia, Cássia,Willian e Nielson
PROSA INJUNTIVA
Como fazer uma boa pescaria
Para ter uma pescaria bem sucedida escolha um dia de céu azul e prepare o seu anzol, não se esqueça da isca!
Deixe suas preocupações de lado: nada de ficar marcando o tempo e, em silêncio, lance o anzol com a agulha na posição vertical, deixando-a mergulhar na água.
Quando o anzol perfurar a garganta do peixe, arranque-o da água e retire-o.
Agora é só tratá-lo e degustá-lo curtindo a areia e o sol.
Erivania Barbosa, Elioneide , Wedna Cristina, Anunciada e Fernanda.
PROSA NARRATIVA
Em um lindo dia ensolarado de céu azul-anil, o pescador resolveu sair de casa, em silêncio, aproveitando o bom tempo que pairava sobre a praia, para fisgar um peixe.
Chegando à beira-mar, encaixou com cuidado a isca na agulha e num lance aquilino certeiro, mergulhou na água o anzol. Após uma longa espera percebeu que a linha agitava ainda mais a espuma que se formava ao redor do equipamento. O tempo de espera não havia sido em vão, pois um grande peixe surgiu quebrando o longo silêncio. O pescador retirou com um arranco da garganta do animal o anzol que o fisgou, ferindo-lhe a boca.
Estabanado de tanta fúria o homem relaxou na areia e aproveitou o lindo dia de sol e céu azul, saboreando a vítima.
Rossana ,Cristiane , Micheline, Carmelinda e Magneide
quarta-feira, 3 de junho de 2009
"Aqui morava um rei"
Aqui morava um rei quando eu menino
Vestia ouro e castanho no gibão,
Pedra da Sorte sobre meu Destino,
Pulsava junto ao meu, seu coração.
Para mim, o seu cantar era Divino,
Quando ao som da viola e do bordão,
Cantava com voz rouca, o Desatino,
O Sangue, o riso e as mortes do Sertão.
Mas mataram meu pai. Desde esse dia
Eu me vi, como cego sem meu guia
Que se foi para o Sol, transfigurado.
Sua efígie me queima. Eu sou a presa.
Ele, a brasa que impele ao Fogo acesa
Espada de Ouro em pasto ensanguentado."
Ariano Suassuna.
Vestia ouro e castanho no gibão,
Pedra da Sorte sobre meu Destino,
Pulsava junto ao meu, seu coração.
Para mim, o seu cantar era Divino,
Quando ao som da viola e do bordão,
Cantava com voz rouca, o Desatino,
O Sangue, o riso e as mortes do Sertão.
Mas mataram meu pai. Desde esse dia
Eu me vi, como cego sem meu guia
Que se foi para o Sol, transfigurado.
Sua efígie me queima. Eu sou a presa.
Ele, a brasa que impele ao Fogo acesa
Espada de Ouro em pasto ensanguentado."
Ariano Suassuna.
terça-feira, 2 de junho de 2009
O pássaro transparente
[...]Há quantos anos, neste mesmo trem, rasguei aquelas cartas, uma a uma? E há quantos vejo - dias, três vezes por mês, ao amanhecer e a tarde - estas mesmas paisagens? Ao contrário de mim, mudaram pouco. E a mudança, a minha, foi para melhor ou para pior? [...] Tem-se a impressão que os mesmos homens, os meninos de sempre veem o trem passar. E que os bois, nos pastos são os mesmos. Só as árvores, por causa do verão e da estação das chuvas, transformam-se para recuperar, a cada ano que vem, sua juventude. A juventude do homem, felizmente, não é como a folhagem dessas árvores. Se fosse, se eu voltasse a ser jovem, cometeria decerto os mesmos erros, talvez outros maiores.[...]
LINS, OSMAN. Nove Novena. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. Pág. 10
Micheline
sábado, 30 de maio de 2009
O assassino era o escriba
Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeitoinexistente.Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida, regular com um paradigma da 1ª conjugação.Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.Casou com uma regência.Foi infeliz.Era possessivo como um pronome.E ela era bitransitiva.Tentou ir para os EUA.Não deu.Acharam um artigo indefinido em sua bagagem.A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,conetivos e agentes da passiva, o tempo todo.Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
Paulo Leminski
"Aquele que tem por vício a leitura, droga alucinógena das mais leves, acabará cada vez mais dependente dela. E o pior, passará para drogas mais pesadas, como a escrita. Nesta fase crítica, o leitor, agora escritor, tende a fugir regularmente da realidade e ter devaneios de que, assim como Deus, é criador de Universos inteiros."
Jefferson Luiz Maleski
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